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Jesus, Nosso Cmt Supremo


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O nosso Comandante Supremo teve, por muito tempo, sua vinda anunciada. Afinal, sua visita simplesmente mudaria a humanidade, como de fato aconteceu. Para que isso ocorresse, muitos foram levantados, como Isaías, e outros tantos perderam a vida, por conta da intolerância e resistência às palavras de Deus.

O precursor do nosso Comandante Supremo, aquele que reconheceria o terreno, prepararia o caminho e endireitaria as rotas, tinha por nome João, chamado de "o batista", pois apregoava o batismo de arrependimento, um sinal externo da mudança interna do indivíduo, quanto aos seus pecados.

Todos os detalhes da vida de Jesus foram cuidadosamente estabelecidos, e muitos deles - os principais - foram objeto das profecias. Seu nascimento virginal, sua ida ao templo, sua permanência no Egito para escapar da perseguição, sua pregação, sua entrada triunfal em Jerusalém, sua morte dolorosa e sua ressurreição passaram pela boca de Isaías, Jeremias, Oséias, Naum, e tantos outros que falavam da parte do Senhor.

E não apenas nas profecias, mas toda a Bíblia fala de Cristo. Se não o é diretamente, é indiretamente, apregoando a necessidade da vinda do Messias redentor, Senhor e Salvador, a quem toda a autoridade seria conferida sobre Céu e Terra, como de fato ocorreu. Figuradamente, ele foi profetizado como sendo pastor (como em Ez 34:23), cordeiro (Jo 1:29), o renovo personificado (Zc 3:8), fonte (Zc 13:1), espada (Is 49:1-4) e pedra angular (Zc 3:9), dentre outras comparações.

De descendência real da linhagem de Davi, rei de Judá (cumprindo-se outra profecia), Jesus nasceu na pequena Belém, filho de uma concepção sobrenatural entre o Espírito Santo e Maria, que ainda era virgem e recém-casada com o carpinteiro José. Por conta de um censo, Jesus acabou nascendo numa estrebaria, mas logo se notou o reconhecimento da sua autoridade, pois magos vieram lhe trazer presentes e um aviso: para que eles não voltassem a Jerusalém, pois Herodes queria matar todas as crianças de até dois anos, pois temia perder o reino para o Messias, cujo nascimento estava profetizado.

Jesus vivia de forma comum, ajudando seus pais, sendo um bom filho, e demonstrava por vezes a sua missão, como ocorreu no templo, em que ensinava aos escribas acerca da Lei. Seu ministério, de fato, começou por volta dos seus trinta anos de idade, com a declaração pública, numa sinagoga, de que ele era o Messias de quem Isaías falava. Ademais, João Batista falou a seu respeito, e até demônios declaravam-no como sendo o Cristo.

Em todos os lugares Cristo ensinava: no templo, em lugares abertos, e não apenas falava diretamente, mas dizia muitas coisas por parábolas, para que os eleitos vissem, e os não-eleitos continuassem em sua confusão. Ele não fazia sua obra sozinho: logo arrumou doze seguidores diretos e mais próximos, dentre gente simples do povo, até autoridades. Outros setenta eram por ele comissionados a andarem por todos os lugares espalhando a boa-nova da salvação.

Tudo isso, evidentemente, chamava a atenção dos que julgavam conhecer a Deus, mas negavam o Messias. Eles esperavam um rei guerreiro, que derrotaria Roma, e libertaria novamente Israel. Jesus, entretanto, fazia muito mais do que isso: ele pregava o Reino dos Céus, que jamais passará, e este sim libertaria não apenas os de Israel, mas todo aquele que cresse em Jesus como seu Senhor e Salvador. Estes traidores do Senhor tramavam contra Cristo a todo instante, tentando contradizê-lo em seus ensinamentos. Cristo, todavia, rebatia cada argumento com sabedoria e objetividade.

Jesus não apenas ensinava, mas praticava o que falava, e exortava que seus discípulos fizessem o mesmo. Curou, expulsou demônios, amparou os necessitados, e fez tantas coisas que seriam difíceis de se encerrar num livro, como disse seu discípulo João.

As tramas contra Jesus, mesmo assim, não cessavam. Acusado injustamente de ser um insurreto contra o imperador romano, e de provocar sedição entre os judeus, Cristo foi formalmente acusado e preso, num processo que constituiu um festival de irregularidades; tão louco quanto aquele que nega a Cristo como Senhor e Salvador. O povo judeu preferiu apoiar a um ladrão confesso do que libertar a um inocente. À antevéspera da páscoa judaica, Cristo é condenado à morte por crucificação, prática persa largamente adotada pelos romanos.

A crucificação, tratada pelo Senhor como a mais maldita das formas de morrer, consistia em dependurar o condenado numa estaca de madeira fincada a um solo. Este, para sua vergonha, carregava uma pesada viga de madeira amarrada aos braços, até o lugar da crucificação. Lá ele seria preso por meio de grandes pregos pelos pulsos e pelos calcanhares e, para acelerar sua morte, suas pernas eram quebradas. A morte ocorria, geralmente, por asfixia e por insolação.

Cristo, entretanto, pagou o preço. Poderia ter escapado; bastava clamar ao Pai para lhe mandar socorro, por meio de anjos. Era necessário, entretanto. O sangue dele, oferecido como o de cordeiro sem mácula, era o preço pelos pecados do mundo inteiro. Num suplício que durou três horas, Jesus, abandonado pelos discípulos e por seu povo, a quem tanto realizou, expirou na cruz. Sepultado em túmulo de gente rica, ressuscitou no domingo de páscoa, e apareceu aos discípulos e a mais de quinhentas pessoas. Após tais acontecimentos subiu aos céus, e está sentado à direita de Deus Pai, e um dia retornará para julgar a vivos e a mortos, pois ele é autoridade, e a ele seja toda honra, glória, e louvor para sempre.

Jesus não é apenas Senhor, e sim Salvador. Seu nome, em hebraico, significa "O Senhor é Salvador". Seu chamado é feito: "vinde a mim". Seu caminho tem rumo certo, e quem o segue jamais perecerá. Ele não conhece fracassos; só há vitórias em sua ficha profissiográfica. Ele nos dá livre acesso ao Pai, com quem nos reconciliou, pagando alto preço. Ele nos promete a vitória, simbolizada por uma coroa, desde que neguemos a nós mesmos, carreguemos nossas cruzes e o sigamos.

Ele é o comandante supremo. Cristo é tudo. Pare de hesitar, e venha para Jesus! Não negue tão importante missão. Execução!

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