Teresa Martin nasceu em Alençon, na França, em 2 de janeiro de 1873. Aos 15 anos, com uma permissão especial, entrou no Carmelo de Lisieux. Morreu de tuberculose em 30 de setembro de 1897, com apenas 24 anos. Pouco conhecida em vida, tornou-se uma das santas mais amadas do mundo.
O “pequeno caminho”
Teresinha não fez grandes obras visíveis. Sua descoberta foi espiritual: a santidade está ao alcance de todos quando se vive cada pequena coisa com amor e se confia em Deus como uma criança confia no pai. Ela contou essa experiência na autobiografia que ficou conhecida como “História de uma Alma”.
Foi canonizada por Pio XI em 1925, proclamada padroeira das missões em 1927 e declarada Doutora da Igreja por São João Paulo II em 1997. Sua festa é celebrada em 1º de outubro.
A novena das rosas
Pouco antes de morrer, Teresinha disse que queria passar o seu céu fazendo o bem sobre a terra. Daí nasceu a associação entre ela e as rosas, sinal das graças que intercede por nós. Na forma mais difundida da novena, reza-se durante nove dias seguidos 24 Glória ao Pai, um para cada ano de sua vida, apresentando a Deus o pedido por sua intercessão.
Sobre os relatos de graças
Muitos relatos atribuem curas e graças à intercessão de Santa Teresinha, e alguns foram examinados e reconhecidos oficialmente nos processos de beatificação e canonização. Relatos pessoais, porém, não têm esse reconhecimento: são testemunhos de fé, que não substituem o tratamento médico. A oração e o cuidado com a saúde caminham juntos.
Referências bíblicas
- Mateus 18,3
- 1 Coríntios 13
- Catecismo da Igreja Católica, § 956
Imagem da capa: Santa Teresinha em 1896, fotografia de sua irmã Céline Martin. Domínio público, via Wikimedia Commons.
